Homem é executado a tiros no bairro da Charnequinha; vítima ainda não foi identificada e motivação do crime permanece desconhecida.
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Foto: Reprodução/Redes sociais |
Nesta quarta-feira (16), um trágico incidente ocorreu em Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Rynderson Edson Moura da Silva, de 12 anos, faleceu após sofrer um choque enquanto empinava pipa. O garoto vivia na comunidade da Baixinha, localizada no bairro de Santo Aleixo. Rynderson estava brincando com um amigo quando a pipa caiu no terreno de uma casa abandonada, situada em uma área de morro.
Para recuperar a pipa, Rynderson pulou o muro da propriedade, que estava interditada pela Defesa Civil do município desde 2022. De acordo com relatos de vizinhos, a casa tinha grades eletrificadas de forma irregular. Quando o menino desceu por uma dessas grades, acabou sofrendo um choque elétrico que resultou em sua morte.
Uma vizinha da família, chamada Cintia, relatou que o amigo que estava com Rynderson foi quem informou aos vizinhos sobre o incidente. Ela descreveu como encontrou o garoto agarrado ao fio e agiu rapidamente para soltá-lo.
A avó de Rynderson, Sônia, expressou sua angústia e indignação com o ocorrido, considerando a morte de seu neto como um crime. Ela destacou que o menino era querido por todos e que era um garoto comum, que gostava de brincar e empinar pipas. Sônia acredita que a justiça deve ser feita, tanto divina quanto terrena, e espera que o incidente não fique impune.
A tia de Rynderson, Joyce, mencionou que vizinhos tentaram reanimá-lo com manobras de respiração boca a boca, mas sem sucesso. Após sofrer uma parada cardiorrespiratória, o menino foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Engenho Velho, também em Jaboatão.
A Polícia Civil está investigando o caso como “morte a esclarecer”, buscando entender as circunstâncias exatas do incidente e determinar se houve negligência ou responsabilidade por parte dos proprietários da casa abandonada devido às grades eletrificadas irregulares.
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Foto: Marcos Corrêa/PR |
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Foto: Cecília Natos/Jornal USP |
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Foto: Junior Soares/Folha PE |
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Foto: Divulgação |
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“Por isso que eu estou rindo, eu não estou nem aí. A mina, a mina estava extremamente embriagada, não sabe nem quem que eu sou”, diz Robinho no áudio. “Eu comi a mina, ela fez chupeta pra mim e depois saí fora. Os caras continuaram lá”.
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Foto: Reprodução/Globo |
A alteração proposta no artigo 1.691 implica que a participação de menores de idade como sócios em empresas vai requerer aprovação prévia do Ministério Público, e os contratos firmados pelos pais em nome dos filhos deverão incluir cláusulas condicionais à maioridade dos mesmos. Quanto ao artigo 1.692, o projeto prevê que os filhos poderão solicitar prestações de contas de seus bens enquanto o poder familiar estiver em vigor.
Pedro Campos destacou que a iniciativa foi inspirada por uma decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que reconheceu a não-absoluta autoridade dos pais sobre os bens dos filhos menores, prevenindo situações de abuso de direito. O projeto visa oferecer maior proteção e transparência no gerenciamento dos patrimônios de crianças e adolescentes.