IBGE

IBGE abre processo seletivo com mais de 100 vagas para codificador censitário

Oportunidade para quem busca emprego após concluir o ensino médio.

IBGE
Foto: Reprodução
Se você concluiu o ensino médio e está em busca de oportunidades de trabalho, temos uma notícia animadora para você: o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou o início de um novo processo seletivo. Portanto, essa nova oportunidade de trabalho pode ser a solução que você tem procurado para encerrar sua busca por emprego!

Vagas do Codificador do Censo IBGE

Antes de mais nada, vale ressaltar que o Instituto de Auxílios Estatais e Desenvolvimento da Educação e Cultura (IDECAN) é responsável pela organização de eventos. Além disso, a entidade emitiu o Edital número 08/2023, oferecendo 120 vagas para codificador censitário.
Para concorrer a qualquer uma dessas vagas, é preciso ter concluído o ensino médio e ter no mínimo 18 anos, além de atender a outros requisitos. Além disso, o profissional selecionado para essa vaga terá carga horária de 30 horas semanais e será recompensado com R$ 1.308.
Além disso, o especialista tem direito a benefícios adicionais, entre eles auxílio-alimentação no valor de R$ 658, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias e 13 minutos proporcionais. Por fim, é importante mencionar que, de acordo com o contrato, o aprovado exercerá suas atividades por 8 meses.

Inscreva-se para o processo seletivo do órgão

As inscrições para as vagas estão abertas até o dia 28 de Setembro de 2023. Por isso, os interessados devem acessar o site da banca responsável pela organização do concurso e se inscrever dentro dos prazos estipulados.
Portanto, para se inscrever na seleção, é preciso acessar este site e proceder ao pagamento da taxa de R$ 20. Por fim, confira mais um concurso que está aberto.
Empregos

Taxa de desocupação no Brasil atinge menor nível desde 2014, aponta IBGE

Resultado da Pnad contínua revela redução para 7,9% no trimestre encerrado em julho de 2023, impulsionada pelo crescimento da ocupação.

Empregos
  Foto: Marcelo Camargo/AGB
A taxa de desocupação no Brasil registrou um marco significativo, atingindo seu menor nível desde 2014, com um resultado de 7,9% no trimestre encerrado em julho de 2023, conforme divulgado pelo instituto brasileiro de geografia estatística (IBGE) através da pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua (Pnad Contínua). Esse índice representa uma queda de 0,6 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre anterior, que apresentava 8,5%, e uma redução de 1,2 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a taxa estava em 9,1%.
O destaque dessa conquista recai sobre o incremento da ocupação, como indicado por Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad. A expansão da força de trabalho foi a principal responsável pelo recuo da taxa de desocupação, conforme explicado por Beringuy, atribuindo essa melhoria ao crescimento do número de pessoas empregadas.
Após dois trimestres de declínio, o número de pessoas ocupadas no Brasil voltou a crescer, atingindo a marca de 99,3 milhões no período em análise, o que representa um aumento de 1,3 milhão em relação ao trimestre anterior, compreendido entre fevereiro e abril. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento na ocupação foi de 0,7%, equivalente a 669 mil novos postos de trabalho, indicando a retomada gradual do mercado de trabalho após os impactos da pandemia.
A melhora na ocupação também se manifestou em diferentes formas de emprego. No comparativo trimestral, destaca-se o crescimento do emprego sem carteira assinada, que registrou um aumento de 4%, equivalente a mais de 503 mil pessoas, totalizando 13,2 milhões de trabalhadores nessa modalidade. Já no cenário anual, o aumento mais notável ocorreu entre os empregados com carteira assinada, com uma expansão de 3,4%, correspondendo a 1,2 milhão de pessoas, totalizando um contingente de 37 milhões de empregados nessa categoria.
Por outro lado, o número de trabalhadores por conta própria permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, totalizando 25,2 milhões, porém, houve uma queda de 2,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A pesquisa também apontou que a taxa de informalidade, considerando trabalhadores sem carteira assinada e aqueles que atuam por conta própria sem CNPJ, se manteve em 39,1%, próximo ao índice do trimestre anterior.
Além disso, a pesquisa do IBGE evidenciou uma queda na taxa de subutilização, que chegou a 17,8%, representando uma diminuição de 3,1 p.p. em relação ao ano anterior. A população desalentada, que consiste em pessoas que gostariam de trabalhar mas desistiram de procurar emprego, se manteve estável em relação ao trimestre anterior, totalizando 3,7 milhões de indivíduos nessa situação.
No âmbito dos rendimentos, a média salarial dos brasileiros alcançou R$ 2.935, mantendo-se estável em comparação ao trimestre anterior, e apresentando um crescimento de 5,1% em relação ao mesmo período de 2022, descontada a inflação.
Em resumo, os resultados da Pnad Contínua do IBGE indicam uma trajetória positiva no mercado de trabalho brasileiro, marcada pela redução na taxa de desocupação para seu menor nível em quase uma década, impulsionada pelo aumento da ocupação e por mudanças na estrutura de empregos. O cenário sinaliza uma gradual recuperação econômica, embora alguns desafios persistam.
Comércio

Vendas no comércio varejista mantêm estabilidade em junho, revela pesquisa do IBGE

Dados da Pesquisa Mensal do Comércio revelam estabilidade após quedas consecutivas

Comércio
Foto: Reprodução
O comércio varejista brasileiro registrou uma manutenção estável no volume de vendas durante o mês de junho deste ano, em comparação com o mês anterior, de acordo com os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quarta-feira (9). Esta estabilidade surge em meio a um cenário de duas quedas consecutivas: -0,7% em maio e -0,1% em abril, revela a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC).
Apesar dessas oscilações recentes, o setor de comércio acumula uma ligeira queda de 0,3% na média móvel trimestral. Contudo, quando analisados outros períodos de comparação temporal, o setor apresenta um panorama mais otimista: um crescimento de 1,3% em relação a junho do ano passado e no acumulado do primeiro semestre, bem como um aumento de 0,9% no período acumulado de 12 meses.
Com base nos indicadores, é possível constatar que o comércio varejista se encontra 3% acima do nível registrado em fevereiro de 2020, anterior à pandemia de covid-19. No entanto, permanece 3,3% abaixo do patamar mais alto da série histórica, observado em outubro de 2020.
Quando desmembrado por atividades, quatro das oito pesquisadas pelo IBGE apresentaram crescimento de maio para junho: notavelmente, tecidos, vestuário e calçados (1,4%), hiper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,3%), livros, jornais, revistas e papelaria (1,2%) e móveis e eletrodomésticos (0,8%).
IBGE

Planalto anuncia Marcio Pochmann como novo presidente do IBGE

 A confirmação da escolha foi feita pelo ministro Paulo Pimenta

IBGE
Foto: Pedro França/Agência Senado

O economista Marcio Pochmann foi anunciado como novo presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na quarta-feira (26). A decisão foi comunicada pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Paulo Pimenta.
“Tenho acompanhado as especulações sobre o IBGE. É o Marcio Porchmann que vai para o IBGE e não tem nenhum ruído sobre isso”, informou o ministro a imprensa no Palácio do Planalto. Ainda não foi informado quando Pochmann tomara posse.
Em entrevista ao Metrópoles, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a escolha e disse que o novo presidente é uma pessoa “disciplinada” e “leal” ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O comando do IBGE está temporariamente com o diretor de pesquisa, Cimar Azeredo, que nos tempos vinha tentando se manter no cargo, mesmo com a intenção do governo de substitui-lo.
Marcio Pochmann já foi presidente da Fundação Perseu Abramo, ligado ao Partido dos Trabalhadores (PT), e o Instituto Lula, além de comandar o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2007 e 2012.
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IBGE abre vagas em Recife, com salário de R$ 3,1 mil

 Ao todo são ofertadas cinco vagas

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Foto: Roberto Custódio

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou o edital para a seleção simplificada de Agente Censitário de Pesquisas e Mapeamento (ACMAP) em todo o país, na segunda-feira (24). No Recife, são ofertadas cinco vagas, sendo três para ampla concorrência, uma para pessoas com deficiência e uma para pretos e pardos.
A taxa da inscrição, que vai terminar no dia 13 de agosto, é de R$ 30 e deve ser feita através do site do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (https://ibge-selecon.selecao.net.br/informacoes/2/). O único requisito para participar é ter concluído o ensino médio.
O salário dos aprovados vai ser de R$ 3,1 mil mais benefícios como vale alimentação, de R$ 658, auxílio transporte e auxílio pré-escolar. O serviço é de segunda a sexta-feira, 8h por dia, totalizando 40h semanais. O contato vale por um ano, mas existe possibilidade de renovar por mais dois.
Será realizada uma prova classificatória e eliminatória no dia 24 de setembro com conteúdo de português, matemática, geografia, raciocínio lógico e ética no serviço público. A divulgação do resultado está marcada para o dia 25 de outubro.
IBGE

IBGE abre 309 vagas em Pernambuco

As seleções para as vagas terão prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, que será realizada em 17 de setembro, com duração de 3h30.

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Foto: Reprodução

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está oferecendo temporariamente 279 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM) e 30 para Supervisor de Coleta e Qualidade. As incrições encerram, nesta quarta-feira (19), às 23h. O objetivo é a coleta de dados das pesquisas do IBGE.

Os Interessados em participar do processo seletivo devem entrar no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) e pagar R$ 42,20 para realizar a prova para as funções ofertadas. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, sendo oito horas diárias para as duas funções. A prova será realizada em 17 de setembro, de forma objetiva e de caráter eliminatório e classificatório, com duração de 3h30.

Para a vaga de APM, é necessário ter ensino médio completo. O salário é de R$ 1.387,50. Já quem pretender ser um Supervisor de Coleta e Qualidade, precisa ter ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de, no mínimo, categoria B. A remuneração de R$ 3.100,00.

O aprovado terá benefícios como auxílio-alimentação de R$ 658, auxílio-transporte e auxílio pré-escolar. Os contratos serão de 01 ano, podendo ser prorrogado para 03 anos.

Para as duas funções, o conteúdo programático abrange Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Ética no Serviço Público e Geografia. Acrescenta-se para Supervisor de de Coleta e Qualidade: Noções de Informática, Noções de Administração e Situações Gerenciais e Geografia.

IPCA registra a primeira deflação em dez meses, aponta IBGE

Indicador vem perdendo força em meio à desaceleração dos preços dos combustíveis e de alimentos

Foto: Marcelo Casal JR/Agência Brasil
O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) registrou a primeira deflação em dez meses. O índice recuou 0,08% em junho, após alta de 0,23% em maio. Essa é a menor variação para o mês de junho desde 2017, quando o índice foi de -0,23%. Os dados foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (11).
O IPCA-15, indicador considerado uma prévia da inflação, já tinha mostrado um movimento de desaceleração ao ficar perto de zero em junho. O índice registrou alta em 0,04%, bem abaixo da taxa de maio (0,51%).

Perspectivas

O mercado financeiro vêm reduzindo projeções para a inflação este ano. Agora, as estimativas já se aproximam do teto da meta de inflação estabelecida para 2023, que é de 4,75%. Especialistas acreditam que o IPCA vai encerrar o ano em 4,95%, contra 4,98% da semana passada. Há um mês, a projeção era de alta de 5,42% para este ano.

Agência o Globo/FP

Com salários de até R$ 3.100, IBGE lança dois editais com 7.548 vagas; há 309 para Pernambuco

Os interessados devem se inscrever até o dia 19 de julho

Carteira de Trabalho-Fotos Públicas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, nesta terça-feira (4), dois editais com o total de 7.548 vagas de nível médio para todo o Brasil, para os cargos de Supervisor de Coleta e Qualidade e Agente de Pesquisa e Mapeamento. Ao todo, há 309 oportunidades para Pernambuco.
Confira distribuição de vagas e salários:
– 806 para Supervisor de Coleta e Qualidade – sendo 30 vagas para o Pernambuco – com remuneração de R$ 3.100.
– 6.742 para Agente de Pesquisa e Mapeamento – sendo 279 vagas para o Estado – com remuneração de R$ 1.387,50.
De acordo com o edital, as duas funções ofertam vagas para pessoas pretas ou pardas e para pessoas com deficiência. O contrato tem previsão de duração de até um ano, podendo ser prorrogado, desde que o prazo total não exceda a três anos.
Além de salário, o contratado também terá direito a auxílio alimentação, no valor de R$ 658, auxílio transporte, auxílio pré-escolar, férias e 13º salário proporcionais.
Os interessados devem se inscrever até o dia 19 de julho, no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), organizador do certame. O valor da taxa de inscrição é de R$ 42,20 para ambas as funções.
A seleção ocorrerá por meio de prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatória, com 60 questões distribuídas nas seguintes áreas:

Supervisor de Coleta e Qualidade:

– Língua portuguesa
– Matemática e raciocínio lógico
– Ética no serviço público
– Noções de informática
– Noções de administração e situações gerenciais
– Geografia

Agente de Pesquisa e Mapeamento:

– Língua portuguesa
– Matemática e raciocínio lógico
– Ética no serviço público
– Geografia

As provas serão aplicadas no dia 17 de setembro. O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 23 de outubro. Para as duas funções a jornada de trabalho será de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias.

Entre as atribuições da função de Supervisor de Coleta e Qualidade estão organizar, planejar, e executar atividades estabelecidas no cronograma de trabalho; gerenciar os trabalhos desenvolvidos nas agências de coleta; acompanhar o desenvolvimento da coleta dos dados das pesquisas e levantamentos; controlar a produção e a qualidade das atividades de coleta e levantamentos.

Já algumas atribuições da função de Agente de Pesquisas e Mapeamento são visitar domicílios e estabelecimentos de qualquer natureza, em locais selecionados de acordo com o tema a ser pesquisado, para a coleta de dados visando à realização de pesquisas de natureza estatística; realizar e (ou) agendar entrevistas presenciais ou por telefone, registrando os dados em questionários impressos ou em meio eletrônico.

Fonte: Folha de Pernambuco

IBGE divulga resultado do censo no final de junho

Operação obteve sucesso nos territórios censitários, segundo instituto

Foto: Tânia Rêgo
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) distribuiu comunicado hoje (3) informando que as ações finais, da etapa de apuração do Censo Demográfico, que envolvem a coleta de informações, ocorrerão até o dia 28 deste mês e “que os dados definitivos de população do censo serão divulgados, pelo instituto, impreterivelmente, em 28 de junho próximo”.
A nota diz que a etapa de apuração do censo, iniciada neste ano, foi realizada com sucesso junto a diversos territórios censitários, como a Terra Indígena Yanomami, comunidades em grandes capitais e regiões metropolitanas e também junto a bairros de alto padrão. E “o trabalho técnico realizado por servidores do IBGE e o acompanhamento de especialistas externos convidados para avaliação dos dados do censo foram realizados com êxito”.
Diante disso, a Comissão Executiva do Censo, por unanimidade, comunicou que os trabalhos de pesquisa de campo terminam até o final de maio.
Agência Brasil

IBGE encerra coleta de dados do Censo e inicia fase de apuração

Mais de 189 milhões de pessoas responderam perguntas dos pesquisadores

Foto: Tânia Rego / Agência Brasil
Com mais de 92% da população brasileira recenseada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – 189,4 milhões de pessoas -, a coleta do Censo Demográfico terminou. Em alguns estados, como Santa Catarina, Piauí e Paraíba, mais de 96% dos moradores responderam aos pesquisadores. Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a chamada base mais fundamental de dados entra a partir de agora em sua etapa de apuração.
Nesta fase, os supervisores técnicos do IBGE podem determinar retornos pontuais ao campo. Isso significa que determinados bairros em algumas cidades podem passar por ações específicas de recenseamento para conferência de dados ou mesmo para determinar se domicílios originalmente encontrados vazios estão, de fato, desocupados.
“Criamos um comitê de fechamento do censo, que inclui oito demógrafos contratados exclusivamente para essa etapa de apuração, que trabalharão em sintonia direta com os demógrafos do próprio IBGE”, explicou o presidente interino do instituto, Cimar Azeredo.
Yanomami
Ao mesmo tempo em que iniciará a etapa de apuração de milhões de dados, o IBGE realizará este mês uma operação pontual final de coleta de dados para o censo junto aos moradores da Terra Indígena Yanomami. A operação começa no próximo dia 6 e, a depender das condições climáticas no território que passa pelos estados de Roraima e Amazonas, será concluída entre 20 e 30 dias depois.
Durante o censo, os recenseadores já coletaram dados de 50% dos moradores do território Yanomami. Agora, resta a metade final, que vive em áreas de acesso especialmente complexo.
Para viabilizar a operação, a ministra Simone Tebet, do Planejamento e Orçamento, liderou uma frente interministerial de apoio que envolveu o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, o ministro da Defesa, José Múcio, e a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. Em reuniões, a ministra defendeu a centralidade que o censo exerce para as políticas públicas nacionais e regionais.
Após despachos diretos entre os ministros, Tebet colocou o corpo técnico do Ministério do Planejamento para, junto do presidente interino do IBGE, Cimar Azeredo, viabilizar detalhes logísticos da viagem de recenseadores e supervisores do instituto até a Terra Indígena Yanomami.
Segundo o Ministério do Planejamento, entre recenseadores e supervisores do IBGE, experientes em coletas junto a terras indígenas, e técnicos militares e policiais de apoio, o IBGE estima 38 pessoas que usarão, em diferentes turnos, helicópteros da Polícia Rodoviária Federal (PRF), mobilizada para a viabilização do censo a partir de decisões do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Divulgação em abril
Desde o censo de 1960 que o IBGE realiza revisões técnicas sobre os dados coletados junto à população. A expectativa é de que as informações do censo sejam divulgadas no fim de abril. “Com o censo podemos definir políticas públicas mais focalizadas e, portanto, mais efetivas”, disse a ministra Simone Tebet.
“Ao conhecermos com clareza quantos somos em cada município, como cada um de nós vive, como são nossas famílias e nossas realidades, passamos, também, a pensar em aprimoramento de políticas em áreas como saúde, educação, benefícios sociais, infraestrutura urbana, logística e tecnológica”, afirmou a ministra do Planejamento.
Agência Brasil